• 19ago

    PORTAL PARANÁ/SINTONIA FINA/ PEDRO RIBEIRO

     

    Nova frente pela reabertura dos cassinos no Brasil que pode gerar R$ 66 bi

     

     

    A tentativa de reabertura dos cassinos no Brasil é tão antiga como seu fechamento há mais de 70 anos.

    Agora a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, que reúne 239 deputados da Câmara Federal, abre nova frente para dinamizar a cadeia produtiva do setor.

    O deputado Herculano Passos (MDB-SP), que preside a frente parlamentar, argumenta que a proibição dos cassinos no Brasil, instituída em 1941, estimulou os jogos clandestinos e a evasão de turistas brasileiros em busca do jogo legalizado no exterior.

    Estimativas divulgadas pelo deputado apontam que os jogos ilegais movimentam cerca de R$ 34 bilhões por ano no Brasil, o que supera em muito o arrecadado pelas loterias oficiais e o turfe.

    Em comparação, as mesmas estimativas mostram que a legalização dos jogos poderia movimentar R$ 66 bilhões, com arrecadação de R$ 30 bilhões em tributos ao ano, além da geração de cerca de 400 mil empregos.

    “Não termos cassinos no nosso país implica em deixar de faturar os milhões de dólares que turistas estrangeiros e brasileiros gastam quando viajam para jogar. E, enquanto outros países têm nos cassinos fonte de alta arrecadação e atração turística, o Brasil insiste na ilegalidade”, afirma o deputado.

    A reimplantação dos cassinos no Brasil

    Dario Luiz Dias Paixão*

    Há setenta e três anos, no dia 30 de abril de 1946, o presidente do país, general Eurico Gaspar Dutra, assinava o Decreto Lei nº. 9215 restaurando o artigo 50 da Lei de Contravenções Penais de 1941.

    Estavam assim fechados os cassinos no Brasil, inclusive aqueles amparados pela Lei das Águas de 1920, que permitia o jogo em estâncias hidrominerais e climáticas.

    Apoiando a medida, o satisfeito Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara concedia entrevistas para os jornais.

    Nos 71 cassinos do Brasil, o clima era de velório. Os rostos estampavam o sentimento de cerca de 53.200 desempregados, dos salões de jogos e grill-room.

    Enquanto no Brasil os cassinos fechavam, em Las Vegas, no mesmo ano de 1946, era inaugurado o Flamingo, primeiro resort-cassino da famosa Strip (avenida turística da cidade).

    Apesar da máfia ter reinado na cidade até o fim dos anos 1960, acabou cedendo seus negócios para empreendedores e grupos empresariais por conta da dura regulamentação e fiscalização da atividade.

    Em 2018, Vegas recebeu 42 milhões de turistas, enquanto que o Brasil recebeu 6,6 milhões de visitantes.

    De qualquer forma, a população brasileira continua na condição de grande apostadora nas loterias oficiais; nos turfes; nos clubes e torneios de pôquer; nos cruzeiros marítimos; nas casas de jogos ilegais; nos bingos; no Jogo do Bicho; nos vários cassinos de fronteira; em Atlantic City nos EUA ou Punta del Este no Uruguai; ou ainda, na Internet com seus inúmeros sites amparados em paraísos fiscais.

    Um volume de receita que chega a 10 bilhões de dólares, sendo dois terços ilegais.

    No Congresso Federal, dois projetos de lei (PL 442/1991 na Câmara dos Deputados e 186/2014 no Senado) visam regulamentar toda a área e podem ser votados em plenária ainda neste segundo semestre.

    Na medida em que é preciso planejar o futuro das políticas que atingem o jogo e a atividade turística no país, torna-se imperativo estudar a história, os casos de sucesso e insucesso de legalização dos cassinos em vários países, seus impactos socioeconômicos e suas diversas formas de regulamentação.

    A partir desses estudos, o Brasil pode ampliar e melhorar o debate sobre o possível retorno, a regulamentação e o controle dos cassinos no país, no sentido de evitar impactos negativos que acontecem frequentemente, tais como a ilegalidade dos recintos, a fuga de divisas, o vício do jogo e a não arrecadação de impostos.

    Casos de sucesso recentes são verificados na África do Sul, Austrália, Caribe, Cingapura, Chile, Espanha, Inglaterra, Macau, Mônaco e Portugal, onde os efeitos positivos têm sido a promoção de uma imagem de destino mais completo e de qualidade; geração de empregos e divisas; aumento da arrecadação de impostos que são revertidos para educação, saúde (inclusive o combate ao vício), segurança pública e infraestrutura; construção de novos equipamentos e atração de investimentos internacionais; e aumento da permanência média dos turistas.

    Entre todos os modelos verificados no mundo, os que possuem melhor custo-benefício para governos e sociedade são aqueles em que os cassinos estão situados em Resorts Cassinos Integrados, parecidos com o modelo verificado no Brasil quando da proibição dos jogos.

    Hoje, somente o Equador nos acompanha na proibição aos cassinos na América do Sul.

    Com coragem, temos que responder qual a presença apropriada e o papel do jogo na sociedade brasileira.

    *Dario Luiz Dias Paixão, doutor em Gestão do Turismo pela Universidade de Málaga – Espanha, pesquisador do tema há 21 anos e coordenador-geral de Pós-Graduação da Universidade Positivo. 

  • 30jul

    CONEXÃO POLÍTICA

     

    Iguaçu recebeu quase 40% a mais de turistas após a isenção de vistos para americanos, canadenses, australianos e japoneses

     

    Imagem: Clickfoz

     

    Após o presidente Jair Bolsonaro dispensar vistos para americanos, canadenses, australianos e japoneses, o Parque Nacional do Iguaçu recebeu quase 40% a mais de turistas dos quatro países.

  • 29jul

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

     

    Governo prepara agenda turística em parceria com motociclistas

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior disse neste sábado (27) que o Governo do Paraná prepara, em parceria com motociclistas, uma agenda turística robusta para integrar ainda mais os clubes e potencializar as viagens ao encontro das belezas naturais do Estado. Ele participou das comemorações da 1ª Moto União, no Palácio Iguaçu, evento idealizado pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) que passa a fazer parte do calendário estadual em razão do Dia do Motociclista.

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior disse neste sábado (27) que o Governo do Paraná prepara, em parceria com motociclistas, uma agenda turística robusta para integrar ainda mais os clubes e potencializar as viagens ao encontro das belezas naturais do Estado.

    Ele participou das comemorações da 1ª Moto União, no Palácio Iguaçu, evento idealizado pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) que passa a fazer parte do calendário estadual em razão do Dia do Motociclista. 

    Ratinho Junior disse que a ideia de criar uma agenda turística específica para os viajantes sobre duas rodas é parte do planejamento de investimentos do Estado nessa área.

    “Nós queremos sentar com os motociclistas e fazer um encontro uma vez por mês, por exemplo, na Serra da Graciosa, na Colônia Witmarsum ou em Foz do Iguaçu. Queremos criar roteiros de viagens de motociclistas por todo o Paraná”, afirmou.

    O governador também pediu ao Detran-PR e aos representantes da Federação Paranaense de Motociclistas para organizarem um evento de grandes proporções em Foz do Iguaçu, ainda neste ano, para atrair turistas de todo o Brasil e dos países da América do Sul, como marco dessa integração entre o Poder Público e os motociclistas no Paraná.

    O governador destacou ainda que a união de mais de dois mil motociclistas e inúmeros clubes de diferentes municípios neste sábado representa um marco para divulgar uma mensagem sobre respeito às regras de trânsito e plena convivência com carros, caminhões, ônibus, ciclistas e pedestres.

    “Esse trabalho do Detran é uma homenagem a todos os ciclistas do Paraná, mas também uma mensagem de conscientização, de lembrar que é importante passear com responsabilidade”, afirmou. 

    PRÓXIMO DA POPULAÇÃO – A realização do Moto União é parte da estratégica do Detran-PR de estar mais próximo da população, como órgão responsável por transmitir mensagens de conscientização sobre o trânsito e valorização da vida. 

    Segundo Mário Marques, diretor de Recursos Humanos e da Escola de Trânsito do Detran-PR, o evento agora é parte do calendário anual da instituição.

    “Fomos procurados pela Pastoral de Trânsito, que pediu apoio para uma missa em homenagem ao Dia do Motociclista. Mas falei com o governador e ele acatou a ideia de realizar uma grande celebração nesse dia. Agora queremos fazer todos os anos”, afirmou.

    “O governador quer um Detran mais próximo da população, que não tenha aquela imagem de arrecadador de taxas e impostos. Queremos estar próximos de todas as categorias”. 

    O arcebispo de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo, que participou das bênçãos ecumênicas aos motociclistas, disse que cuidar da vida no trânsito é uma causa nobre e que merece ser lembrada todos os dias.

    “Temos que partir de pontos comuns a todos, católicos, evangélicos e não-religiosos. O tema da vida se sobrepõe a qualquer variante, variável ou diferença. Em tempos de tantos conflitos e tensões, ninguém discorda que numa festa dessas a reflexão sobre segurança no trânsito não é apenas uma questão de ordenamento, mas uma opção pela vida”, emendou.

    Também participaram das bênçãos ecumênicas pastores da Igreja Metodista, Igreja Bola de Neve, Igreja do Evangelho Quadrangular e Filhos do Calvário. 

    PROGRAMAÇÃO – A comemoração teve início às 9h com a concentração de dois mil motociclistas no pátio da banca examinadora do Detran.

    Em seguida, o grupo acompanhou agentes do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) até o Palácio Iguaçu, onde foram recebidos com uma bênção de acolhimento, seguido de um culto ecumênico celebrado pelas lideranças religiosas do Paraná.

    No período da tarde, as bandas KM 164 e Destiny fizeram um show para animar os motociclistas e seus familiares, que também contaram com diversas atividades educativas de trânsito, espaço da saúde, pilotagem defensiva, recreação, distribuição de brindes, exposição de acessórios para motociclistas, entre outros.

    O evento contou com a parceria da Pastoral do Trânsito, Federação Paranaense de Motociclismo, Observatório Nacional de Segurança Viária, Corpo de Bombeiros, Secretaria Estadual de Saúde, Secretaria Municipal de Saúde (Projeto Vida no Trânsito), BPTran, Paraná Esportes, grupos de motociclistas e motoclubes, lojistas, empresários e representantes de entidades.

  • 17jul

    BEM PARANÁ

     

    Pesquisa mostra os sete destinos mais amados no Brasil: Cataratas lidera e Curitiba em quinto

     

     

    (Foto: Christian Rizzi ) 

    As Cataratas do Iguaçu, atração mundial do Parque Nacional do Iguaçu, lidera a lista dos “pontos turísticos nacionais mais amados pelos brasileiros”, em pesquisa divulgada pela Booking nesta semana.

    183 milhões de avaliações, colocaram a Maravilha Mundial da Natureza, localizada em Foz do Iguaçu, na fronteira do Brasil com a Argentina, como o destino que apaixona seus visitantes e tem o melhor índice de satisfação entre os brasileiros.

    “Foz do Iguaçu evoluiu muito nos últimos anos e oferece hoje a melhor experiência turística. Somos a Disney natural do planeta, com a exuberância das águas, da fauna e da flora”.

    “As Cataratas do Iguaçu são um atrativo inesquecível. E nossos serviços são imbatíveis na relação custo-benefício. É amor à primeira vista”, afirma o secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos, Gilmar Piolla.

    Na lista ainda aparece outra cidade paranaense, Curitiba, a Capital do Paraná está em quinto.

    Plataforma – A Booking (www.booking.com) é uma das maiores redes de venda online de viagens do mundo.

    A Booking reúne em sua plataforma online, tarifas especiais de viagens para todos os destinos e reservas de hospedagens.

    O site é acessado por viajantes em todo o planeta.

    Avaliação – Os destinos foram classificados pela pontuação média.

    Foram considerados na análise, os 100 destinos domésticos mais avaliados.

    Os 7 destinos mais amados dos brasileiros em 2019

    1 – Cataratas do Iguaçu, Foz do Iguaçu (PR)

    2 – Arraial do Cabo (RJ)

    3 – Aparecida (SP)

    4 – Búzios (RJ)

    5 – Curitiba (PR)

    6 – Gramado (RS)

    7 – Jericoacoara (CE)

  • 13jun

    AGÊNCIA ESTADUAL DE NOTÍCIAS

     

    Paraná quer fazer do turismo uma matriz da economia, diz governador

     

    Governador Carlos Massa Ratinho Junior participa do seminário do programa Investe Turismo, em Foz do Iguaçu. Foto: Rodrigo Felix Leal/ANPr

     

    O governador Carlos Massa Ratinho Junior afirmou nesta quarta-feira (12) que o Governo do Estado vai investir de forma planejada no turismo para transformar o setor em uma das principais matrizes econômicas do Paraná.

    Ele participou, em Foz do Iguaçu (Oeste), do seminário itinerante do programa Investe Turismo, do Governo Federal. O evento teve a participação do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

    O programa do Ministério do Turismo coloca como rota turística estratégica para o Paraná o chamado Corredor do Iguaçu, que reúne os municípios de Morretes, Paranaguá, Curitiba e Foz do Iguaçu.

    Ela envolve regiões turísticas como o Litoral do Paraná, Cataratas do Iguaçu, Caminhos do Lago do Itaipu e a Rota do Pinhão.

    O desenvolvimento deste setor, afirmou o governador, é a forma mais barata de ampliar a geração de empregos no Estado.

    “O Paraná nunca trabalhou o turismo de forma organizada e planejada, nunca usou seu potencial para fazer desse setor uma grande matriz econômica”, disse.

    “Com exceção, de Foz do Iguaçu. A cidade se organizou e é hoje o segundo destino turístico de estrangeiros no Brasil, disputando com o Rio de Janeiro.”

    Com investimento em infraestrutura, comunicação, qualificação das regiões turísticas e um trabalho conjunto com a iniciativa privada, o Governo do Estado quer atrair mais visitantes ao Paraná e também fomentar o trânsito interno de turistas do próprio Estado.

    São dois programas prioritários, o Destino Paraná, com campanhas voltadas aos estados vizinhos, e o Viaje Paraná (www.viajeparana.com), que divulga as atrações turísticas aos próprios paranaenses.

    “A ideia é ampliar não só o trânsito de turistas estrangeiros, como dos próprios paranaenses e de estados vizinhos. Foz será a porta de entrada, daqui os turistas podem ir para outras regiões do Estado”, explicou Ratinho Junior.

    POTENCIAL – A geração de empregos também é um dos focos do programa Investe Turismo, que terá R$ 500 milhões de investimentos para fomentar o crescimento de regiões turísticas em todo o País.

    “O Paraná está entre os principais potenciais turísticos do Brasil. Com o programa, vamos estruturar as 30 rotas já pré-selecionadas no País, uma delas no Paraná”, afirmou o ministro Marcelo Álvaro Antônio.

    “Fazemos esse evento numa cidade emblemática para o Brasil que é Foz do Iguaçu, nessa parceria importante com o Governo do Paraná”, finalizou.

    PROGRAMA — Desenvolvido pelo Ministério do Turismo, Sebrae e Embratur, o programa Investe Turismo une o setor público e a iniciativa privada para preparar e promover a competitividade de 30 rotas nacionais, por meio de um pacote de ações de investimentos, incentivos a novos negócios, acesso ao crédito, marketing, inovação e melhoria de serviços.

    A ideia é que os projetos a serem implementados aumentem a qualidade da oferta turística das rotas selecionadas em todas as regiões brasileiras.

    Na região Sul, 35 municípios são beneficiados pelo programa. “A estruturação dessas rotas inclui a qualificação dos profissionais do setor e investimentos para potencializar o ativo turístico”, destacou o ministro.

    TODAS AS ESFERAS – Para o vice-governador Darci Piana, que também preside o Conselho Deliberativo do Sebrae do Paraná, unir todas as esferas de governo e o setor privado ajuda a alavancar a cadeia turística do Estado.

    “Teremos mais empresas e mão de obra qualificada para atender melhor o turista, que quando é bem atendido, volta e fala bem do lugar”, disse.

    PRESENÇAS – Participaram da solenidade o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes; o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro; o deputado federal Vermelho; os deputados estaduais Hussein Bakri e Nelson Luersen; e representantes do setor turístico do Estado.

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