Publicidade


      Red Apple Cosméticos

      CPV - Centro Paranaense da Visão

      Hospital Cardiológico Costantini

      Hotel Carimã

Twitter @blogdojota


  • 15fev

    JORNAL DA CIDADE ONLINE

     

    Laudo médico e fotos reforçam “queima de arquivo” em ação das polícias de Witzel e Rui Costa

    O laudo médico feito no corpo do ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, vazou na mídia nesta sexta-feira, 14.

    A revista VEJA publicou matéria sobre o assunto e conseguiu fotos do corpo do miliciano morto em ação das polícias da Bahia e do Rio de Janeiro.

    Adriano estava foragido há um ano e foi encontrado no interior da Bahia pela Operação denominada “BR-101”, parceria das polícias dos dois estados, comandados pelos governadores, Rui Costa do PT e Wilson Witzel, este último inimigo declarado da família Bolsonaro.

    O corpo do miliciano apresenta diversas marcas notáveis, um corte na testa, que pode ter sido causado por uma queda, por golpes de objeto cortante ou coronhada, além de marcas de tiros na lateral do tórax e pescoço.

    Adriano também tinha uma marca de queimadura no peito, provavelmente feito por uma espingarda que acabara de ser disparada.

    Segundo médicos legistas especialistas, o tiro no pescoço – um pouco abaixo da mandíbula – foi provavelmente disparado quando Adriano já estava no chão, e o disparo no tórax que atravessou o corpo e saiu pelo lado esquerdo do pescoço foi efetuado quando a vítima estava com as mãos levantadas, ao contrário disso, teria marcas no braço.

    Os especialistas também apontaram que o disparo na lateral do tórax foi feito a curta distância, “não mais que 40 cm” disse um e outro apontou “uns 15 cm”. Reforçando a ideia de execução.

    O laudo médico não deixa claro se houve tortura ou em que distância foi efetuado o disparo no tórax, apenas diz: “não tem como afirmar ou negar” e o disparo no tórax foi a “certa distância”.

    O advogado de defesa do miliciano, Paulo Emílio Catta Preta, havia ligado para Adriano que teria dito “que não adiantaria se entregar porque ninguém queria a sua prisão, mas sim a sua morte”.

    “Meu marido foi envolvido numa conspiração armada pelo governador do Rio, Wilson Witzel, que queria matar o Adriano como queima de arquivo”, disse Júlia Mello Lotufo, esposa de Adriano, uma semana antes da morte de seu marido.

    Júlia conversou com Adriano em diversas oportunidades depois que o marido decidiu fugir. Adriano, contou Júlia, fez revelações a ela, ao contrário não daria estas afirmações sobre Witzel.

    A tese de que o miliciano foi morto numa troca de tiros está caindo. As polícias comandadas pelo PT e por Wilson Witzel teriam ordens para executar Adriano da Nóbrega?

    A teoria de “queima de arquivo”, pode estar se confirmando…

    Adriano sabia de muita coisa que os mandatários da possível execução temiam vir à tona.

    Publicado por jagostinho @ 13:55



Os comentários NÃO representam a opinião do Blog do Jota Agostinho. A responsabilidade é EXCLUSIVA do autor da mensagem, sujeito à legislação brasileira.

Deixe um comentário

Por favor, atenção: A moderação de comentário está ativa e pode atrasar a exibição de seu comentário. Não há necessidade de reenviar o comentário.