• 26fev

    DIÁRIO DO PODER

     

    Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

     

    Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

     

    A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

    No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83.

    O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros.

    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

    A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

    A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

    Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

  • 25fev

    GAZETA BRASIL

    “Guedes é uma âncora do nosso governo”, diz Bolsonaro

     

     

    O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (24),  que o ministro da Economia é uma âncora do governo dele. A declaração ocorreu durante sanção do texto de autonomia do Banco Central.

    O presidente alegou ainda que Guedes precisa demonstrar ao mercado que possui responsabilidade fiscal e que seu governo está em regime de quase “austeridade absoluta”.

    “Logicamente, passamos de governos que gastavam muito, que não tinham muita responsabilidade com o seu dinheiro e nós passamos para quase uma austeridade absoluta”.

    “Logicamente que, aos poucos, nós vamos nos adequando. Nós precisamos um do outro. Ele precisa demonstrar para o mercado e para a população que tem responsabilidade fiscal”, completou.

    Bolsonaro sancionou hoje o projeto de lei que estabelece a autonomia do Banco Central.

    O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 10 de fevereiro e tem como principal novidade a adoção de mandatos de quatro anos para o presidente e diretores da autarquia federal.

    Esses mandatos ocorrerão em ciclos não coincidentes com a gestão do presidente da República. 

  • 24fev

    DIÁRIO DO PODER

     

    Especuladores podem ter criado ‘crise’ para comprar ações da Petrobras na baixa

     

    Órgão fiscalizador, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) “não comenta casos específicos”

     

    Dólar sobe e Bovespa fecha em alta recorde de 89 mil pontos

    A histeria provocada pela substituição do presidente da Petrobras foi tão exagerada que logo se perceberam sinais de manipulação no mercado, com corretoras de valores e bancos de investimentos recomendando enfaticamente a venda de ações da estatal.

    Só não contaram que elas próprias as comprariam na baixa para vendê-las na alta, e sem demora: já na abertura do “mercado”, nesta terça (23), ações da Petrobras registravam alta de 8%.

    Quem vendeu ações na baixa passou por otário.

    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

    O presidente da Câmara, Arthur Lira, também chamou de histeria as queixas contra a troca na Petrobras. “Essa crise foi fabricada”, denuncia.

    O “nervosismo” nas bolsas foi só uma jogada de especuladores, com ajuda dos seus aliados e parceiros nas mídias sociais e tradicionais.

    Enquanto as ações da Petrobras silenciosamente mudavam de mãos, em meio à histeria, na Petrobras tudo funcionava.

    Sinais de manipulação são investigadas por órgãos de controle, mas a CVM brasileira saiu pela tangente: não comenta “casos específicos”.

  • 05fev

    DIÁRIO DO PODER

     

    Dinheiro no ralo: estatais deficitárias sugam R$17 bilhões do Tesouro Nacional por ano

     

    Dezenove estatais federais dependeram do Tesouro Nacional para pagar suas contas

     

    Dinheiro no ralo: estatais deficitárias sugam R$17 bilhões do Tesouro Nacional por ano

     

    Dezenove estatais federais dependentes do Tesouro Nacional para pagar suas contas receberam em 2019 mais de R$17 bilhões retirados do bolso de quem paga impostos.

    A maioria dessas estatais é deficitária, mesmo recebendo subvenções bilionárias, segundo atestou a Secretaria de Desestatização do Ministério da Economia.

    Apesar de deficitários, esses centros de ineficiência continuam concedendo generosos penduricalhos, benefícios, auxílios e bônus a diretores e funcionários.
    A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
    Sugam recursos do Tesouro as estatais Amazul (ligada à Marinha), CBTU, Ceitec, Codevasf, Conab, EBC, CPRM e outras dispensáveis.

    Entre as sanguessugas estão Ebserth, EPL, GHC, HCPA, INB, Nuclep, além de Imbel, Telebrás (“extinta” no governo FHC, mas ainda ativa), Trensurb e Valec.

    A Ceitec S/A simboliza o dinheiro público jogado fora. A empresa até teve sua liquidação iniciada, mas a Justiça condenou o Brasil a continuar sustentando essa inutilidade.

    Estatal de “tecnologia avançada” (sic), a Ceitec diz ter pessoal “altamente capacitado”, mas paga benefícios para cursos profissionalizantes para seu pessoal.

  • 26nov

    AGORA NOTÍCIAS BRASIL

     

    Guedes rebate críticas: ‘A Bolsa sobe todo dia e o ministro está sem credibilidade?’

     

     

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, rebateu, nesta quarta-feira, críticas de que o governo não tem um plano para sair da crise causada pela pandemia de Covid-19.

    Ele listou uma série de medidas já tomadas e disse haver “falsas narrativas” contra ele. Guedes também rechaçou estar “desacreditado” e afirmou que o desempenho da Bolsa de Valores confirma essa percepção.

    — A Bolsa sobe todo dia e o ministro está sem credibilidade? Eu sempre aprendi que é o contrário. A economia está acelerada, a geração de empregos está acelerada, a Bolsa sobe todo dia. E os mesmos perdedores da eleição de sempre insistem na mesma narrativa desde o primeiro dia do governo — disse Guedes, após comemorar a aprovação da nova Lei de Falências pelo Senado.

    — No dia que a Bolsa estiver caindo 50% e o dólar explodindo, aí vocês vão dizer “é, falta credibilidade”.

    O ministro rebateu até mesmo o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Mais cedo, Campos Neto disse que o Brasil precisa de plano que indique preocupação com trajetória da dívida.

    Guedes disse que Campos Neto sabe qual é o plano do governo e, se ele tiver um melhor, é preciso questionar a ele.

    — O presidente Campos Neto sabe qual é o plano. Se ele tiver um plano melhor, peça ele qual o plano dele. Pergunta ele qual o plano dele para recuperar a credibilidade. O plano nós já sabemos qual é, nós já temos. Você acha que nós queremos privatizar ou estatizar empresa?

    Abrir economia ou fechar economia? Qualquer pessoa sabe qual o nosso plano. Agora, quem tiver sentindo falta de um plano econômico quinquenal, dá um pulinho ali na Venezuela, na Argentina. Ali está cheio de plano. O nosso plano é transformar a economia brasileira numa economia de mercado — disse o ministro.

    O ministro citou o acordo comercial com União Europeia (que ainda precisa ser confirmado pelos parlamentos), leilões de petróleo, o envio do Pacto Federativo e da reforma administrativa ao Congresso, além da aprovação da reforma da Previdência e de marcos legais como prova de que as medidas estão avançando.

    — Não peço elogios. Mas vocês deviam estar observando os fatos empíricos. Não se falou tanto em ciência, em fatos? Olhem os fatos, olhem o que foi feito antes. Nós entramos, fizemos a reforma da Previdência imediatamente, derrubamos os juros, economizamos agora mais R$ 300 bilhões com a reforma administrativa e mais de R$ 150 bilhões quando combinamos que não vai haver aumento de salários para o funcionalismo no meio da pandemia. Estamos fazendo coisas importantes — afirmou o ministro.

    Durante a entrevista à imprensa, Guedes citou diversas vezes o desempenho da Bolsa para rebater as críticas.

    — Uma pessoa que eu nem sei quem é diz que eu estou desacreditado. O mercado faz novas altas todos os dias, mostrando que há confiança na política econômica brasileira. O dólar descendo, a bolsa subindo, os investimentos entrando, a economia voltando em V — disse o ministro.

    Para Guedes, há “falsas narrativas” promovidas contra ele. Disse que há uma crise de “desrespeito” no Brasil, e que as pessoas estão “perdendo o juízo”:

    — Estão querendo descredenciar a democracia. A democracia é assim. Quando alguém ganha, governa quatro anos e outro depois tenta ganhar a eleição. Agora, será que nós estamos ensinando que oposição deve ser odiosa, que quem perder não aceita, vamos descredenciar o processo democrático?

    Guedes afirmou que há críticas injustas contra ele. E voltou a dizer que houve um acordo para que as privatizações não sejam pautadas na Câmara, sem citar os termos desse suposto acordo e nem dizem com quem ele foi firmado.

    — Nós estamos trabalhando duramente, as críticas são completamente injustas — disse Guedes, acrescentando: — A velocidade de implementação é difícil. A agenda de privatizações foi bloqueada, estava bloqueada por acordos políticos na Câmara. Como é que vai privatizar se não entra na pauta.

    O ministro também disse que o governo tem rumo, explicando que medidas como o auxílio emergencial e a reforma da Previdência saíram do Ministério da Economia, mas foram alteradas pelo Congresso:

    — Nós fizemos um trabalho importante. Negar esse trabalho, dizer que o governo está sem rumo… Nós mantivemos o rumo inclusive em meio ao caos. O auxílio emergencial foi formulado aqui e ampliado lá. Da mesma forma que a reforma previdenciária foi feita aqui e encurtada lá. Que é o papel do Congresso, mas a formulação saiu daqui.

    O ministro citou como exemplo de uma crítica certa dizer que o governo não está conseguindo privatizar. E como crítica errada afirmar que ele está sem credibilidade:

    — O que adianta ficar jogando pedra? É como se você tivesse tentando ajudar e sendo apedrejado pelas costas o tempo inteiro. E quando a crítica é injusta, ela não merece respeito.

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